sexta-feira, setembro 28, 2007

Sem texto

(...)


Inacabado.
Desactualizado.
Mas nem por isso menos sentido.
Porque há pessoas que mesmo quando passam por nós, ficam para sempre.

Se um dia me leres, parabéns.

domingo, setembro 23, 2007


Tanta violência mata.

A física também.
(O Ephemera fez 2 anos no passado dia 13 de Setembro. As suas asas continuam a bater....)

segunda-feira, setembro 03, 2007

Razões...

"Tudo acontece por uma razão".
Acordo porque o despertador toca, vou para a faculdade porque tenho de ser alguém (?), como para ter energia, respiro para viver, socializo para não sentir solidão (nem sempre resulta...).
Vejo um filme para sonhar, penso em alguém para o sonho continuar...
Vou ao café para disparatar, rio-me para não chorar...
E repito o ciclo, vezes sem conta, para tentar não pensar, não pensar...
E não parar, parar, parar.....
"Tudo acontece por uma razão".

sexta-feira, agosto 10, 2007

Esperança

"A tristeza tem sempre a esperança de que um dia não vai ser mais triste não."
E o dia chega.
O dia é hoje.
Quando acordas, recordas, e sentes.
E a esperança não foi em vão, a esperança não é em vão, a libertação do "eu" em ti é tanta que dói, mas riste com o prazer da dor que esperavas, e que finalmente chegou.
O filme anda até um novo stand by...

domingo, julho 22, 2007

Cumplicidade

O doce é mais doce.
Trago um beijo nos lábios, e o sabor do mel na minha boca. A pureza dos gestos, o carinho de cada toque, de cada suspiro, dos murmúrios de momentos comcomitantemente singulares e repetidos, por entre dias onde a ternura se impõe, a mágoa desaparece e os medos se perdem por labirintos de olhares e cumplicidades.
A cumplicidade leve das palavras não ditas, ouvidas de batimentos que saem de mim, mas não são meus.
Teus.
Que o corpo fale quando as frases não têm sentido, e os sentimentos se apuram, quais intérpretes de emoções contidas, soltas por loucuras na loucura de viver.
Viver ainda é sentir.
E sentir não é estar só.

quinta-feira, junho 14, 2007

Se te sonhar, nasces?

Se te sonhar, nasces?
Pinto-te com quereres maiores do que sonhos, pinceladas de realidade no sonho que julgo meu e anseio materializar.
Visto-te a roupa de festa, a que farei quando me encontrares, no dia em que a mente e o coração concordem que neste meu mundo é possível estares.
E é mesmo!
Um toque de mim em ti quando um "nós" em nós despertar.
Se te sonhar, nasces?

segunda-feira, junho 11, 2007

3 anos - II

Os momentos que se passaram foram difíceis. Época de mudança e o meu amigo, pela primeira vez não estava lá para partilhar as minhas alegrias, tão pouco as tristezas.
Custou, ainda hoje custa. Já passaram três anos e não consigo evitar o mar de lágrimas que de mim jorra sempre que me recordo dele.
Tenho saudades. Tantas que peso uma tonelada. Duas, três.
Mas fico feliz, porque sei que quem o pensar magoa desta forma, é alguém que outrora me fez muito feliz.
E essa felicidade, não a trocava por nada deste mundo.


Excerto de um texto que surgiu do choro.
Sim, o sentimento ainda despoleta facilmente.
Felizmente, há quem nos ature e apague os soluços.
A ti, um obrigada.

terça-feira, junho 05, 2007

3 anos

Estes olhos que espelho agora não são meus.
São outros vermelhos de mágoa e de saudade.
Porque hoje,
A ausência aperta,
E o tempo dói.



Saudades de "quem" não está.
Uma infelicidade feliz por saber que "quem" é importante fica sempre. Sempre.

sexta-feira, junho 01, 2007

E quando o mar à tua frente são todas as escolhas que te vão assaltar?
E quando as ondas que te lavam os pés são as dúvidas que te sujam a alma?
E quando não resta um sitio seco, quente, onde voltar após a tempestade?
A interrogação não vira certeza, a resposta não chega, porque nem a pergunta é bem formulada, dissimulada por estados ilusórios de outras questões maiores. Mas quais?
Não sei bem.
Alguém me dirá. Alguém.
Mas quem?

domingo, maio 20, 2007

E se a razão nos chega para viver
Se amor nos serve amor nao dá de comer
***
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
***
Eu vou parar quando eu sentir
Não haver motivo algum pra negar
***
Incongruências dos meus medos.
Nego enquanto puder.
Aceito quando o motivo chegar.